A Prefeitura de São Paulo entregou nesta terça-feira, 9 de junho, 374 apartamentos do Residencial Novo Brasil e 2.310 títulos de propriedade na região de Capela do Socorro e Grajaú.
A ação reúne habitação popular e regularização fundiária em uma área que concentra parte dos maiores investimentos municipais recentes na Zona Sul da capital.
Segundo a gestão municipal, o empreendimento integra o maior projeto habitacional em implantação na cidade e atende famílias removidas de áreas de risco ou de urbanização.
O que este artigo aborda:
- Entrega concentra moradia e escritura no extremo sul
- Quem são as famílias beneficiadas
- Por que a entrega tem peso político e urbano
Entrega concentra moradia e escritura no extremo sul
Os imóveis foram entregues no CEU Padre Chicão, com presença do prefeito Ricardo Nunes e do governador Tarcísio de Freitas.
De acordo com a Prefeitura, o Residencial Novo Brasil terá 2.711 apartamentos distribuídos em 12 condomínios, dos quais 374 foram liberados nesta primeira etapa.
As unidades têm entre 41 m² e 42 m², com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.
O condomínio também inclui áreas de convivência, lazer infantil, sala de estudos e passarelas para ampliar a acessibilidade dos moradores.
- 374 apartamentos entregues na primeira fase
- 2.711 moradias previstas no complexo
- 2.310 títulos definitivos distribuídos no evento
Quem são as famílias beneficiadas
A prioridade foi dada a famílias que recebiam auxílio-aluguel após remoções em áreas de risco ou após intervenções urbanísticas na própria região.
Esse perfil mostra que a entrega não se limita à ampliação de estoque habitacional, mas também funciona como etapa de reassentamento definitivo.
No mesmo evento, o programa Escritura na Mão regularizou imóveis de milhares de famílias, reforçando segurança jurídica sobre a posse.
Em outra frente da agenda local, a Prefeitura informou que o pacote de investimentos para Capela do Socorro e Grajaú supera R$ 2 bilhões.
- Famílias saem do auxílio-aluguel
- Recebem a chave da moradia definitiva
- Parte dos moradores também obtém escritura regularizada
Por que a entrega tem peso político e urbano
A cerimônia ocorreu um dia antes de 10 de junho de 2026, data desta publicação, e entrou na vitrine de ações de hard news da capital.
O movimento reforça a aposta da Prefeitura em anúncios territorializados, com foco no extremo sul, onde moradia, drenagem e serviços públicos se cruzam.
Em abril, a gestão já havia divulgado que obras de drenagem no Córrego Veleiros passaram a beneficiar mais de 38 mil moradores, sinalizando uma estratégia integrada para a área.
Na prática, a combinação entre habitação, escritura e infraestrutura ajuda a consolidar permanência urbana em bairros historicamente marcados por vulnerabilidade.
Para os próximos meses, o foco será acompanhar o ritmo das demais entregas do Novo Brasil e verificar se a escala prometida sairá do papel.
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